sexta-feira, 21 de agosto de 2020

Capitólio - Passeio de Lancha

 O dono da pousada também faz passeios de lancha. Como já tínhamos visto que os preços são muitos parecidos, fechamos com ele. 

Por Capitólio você vai encontrar várias cachoeiras, tudo pago e a um custo bem salgado já que pelo que lemos não tem lá grandes estruturas na maioria delas. Paga-se só  para entrar mesmo. 

 Nossa ideia era fazer o passeio menor de lancha cerca de 3 a 4 horas, mas chegando lá recebemos a informação de que por conta da pandemia, o governo não tinha autorizado o retorno. Então resolvemos fazer o passeio de lancha de 7 horas. 

Não dava para entender muito, estava autorizado os passeios de lancha, mas não a abertura das cachoeiras. Acreditamos que seja uma forma de conter o turismo, evitando assim que a cidade fique lotada. 

Acordamos cedo, o dono da pousada nos disponibilizou uma caixa térmica que tratamos logo de encher de cervejas e petiscos.

Seguimos para o ponto de saída da lancha. Normalmente os passeios são procurados na ponte do turvo, mas o nosso saiu de Escarpas do Lago que ficava perto da pousada. Neste local estão as casas mais luxuosas de Capitólio. Percorrer as ruas deste local de moto até chegar ao local de embarcar já foi bem legal.

Entramos na lancha com mais alguns turistas e seguimos vendo as casas e brincando.... - Olha aquela ali, está a venda.... Só não compro porque não tenho uma lancha!

Um outro turista que estava na lancha falou que viu uma placa com indicação de venda. Valor 600 mil reais. Ficou animado e ligou achando que era a casa que estava a venda. Quando viu as letras menores, tratava-se da venda de uma iate.  

Nossa primeira parada foi em uma cachoeira chamada lagoa azul, mas como estava tudo muito seco, praticamente não tinha queda de água.


Veja a diferença com uma foto abaixo da internet.

                                                          Foto da Internet

A água até que não estava tão gelada, deu para mergulhar. Pela estrada, é possível acessar a cachoeira na parte superior que tem um poço. O custo para entrar  é de 40 reais por pessoa. 

Seguimos para os famosos canyon e para nossa surpresa, estava fechado. Mais uma para não entender. Pode o passeio de lancha, mas não pode conhecer o canyon. Dá mesma forma que na lagoa azul, é possível acessar pela estrada e tirar fotos do Canyon pela parte  de cima. O custo é de 20 reais, estava fechado e não deu para compra essa foto. 


Vamos colocar uma da internet da parte de cima.

                                                           Foto da Internet

Seguimos para o Vale dos tucanos que é bem legal e como não fomos ao tradicional Canyon, tivemos que nos deliciar com este. 

No final deste vale chegamos a cachoeira cascatinha. Tem esse nome porque quando está cheio o lago, ela fica só com uma pequena cascata a vista.



A próxima parada foi para o almoço que foi no restaurante kanto da Ilha. 

O restaurante é bem legal e não achamos o custo tão elevado. Para o que oferece o preço foi justo. 

Pagamos 120 reais em um deliciosa tilápia que serviu bem para dois. Eles tem uma cerveja artesanal e para quem gosta é mais uma pedida. Tomamos o chopp e aprovamos. O chopp estava 10 reais.



   

 No lago é comum ver lanchas bem grandes e até iates de luxo. O lago é grande, mas ficamos achando que um iate é muito, mas quem tem tanto dinheiro nem pensa nisso.

  

Do almoço partimos para uma outra cachoeira, essa não lembramos o nome. Já estava no final do dia, o frio chegava e no local da cachoeira já não tinha mais o sol. Poucos entraram.

Ainda paramos um um bar flutuante para o último mergulho antes de voltar.

Finalizamos o passeio e voltamos para a Pousada. Incrível, não fizemos caminhadas como normalmente fazemos em nossos passeios e chegamos no final do dia cansados. Pode ser por conta dos últimos dias de caminhada.

 Nem saímos para jantar e olha que comemos peixe no almoço. traçamos todos os petiscos que tínhamos e fomos dormir. 


Capitólio - Para quem gosta de cachoeiras

 Saímos de Tiradentes e seguimos para nosso destino final - Capitólio.

Esse percurso não foi dos mais agradáveis, principalmente para Ana, a paisagem era a mesma e por estar tudo muito seco, muitas queimadas. O vento levava a fuligem para a estrada o que não é muito agradável. 

Ana deu até umas cochiladas. Como já temos algumas experiências juntos com a  motoca, Alexandre fala que já sabe quando o sono dela está chegando.  O braço que apoia vai ficando pesado e na primeira capacetada, o sinal de alerta acende. Hora de parar!

Depois de um com copo de café e muita recomendação do piloto, seguimos.

Em um determinado momento do caminho, o GPS dá sinais de bateria baixa  e descobrimos que,  por algum problema de conexão, a moto não estava alimentando o GPS. Neste momento aquela bifurcação. Pegamos a opção que nos parecia mais acertada e entramos em uma rodovia daquelas que até para parar no acostamento era ruim. Paramos e tentamos o Celular, sem sinal. Só nos restava seguir, não tinha como pedir informação naquela rodovia. mas a frente vimos que estávamos seguindo para o Norte e nosso destino ficava ao Sul. Rodamos por muitos quilômetros em busca de um retorno, quando aparece um pedágio. Pagamos e nos foi informado que estávamos na direção contrária. 

Com as orientações, pagamos novamente o pedágio e retornamos.

O restante da viagem foi tranquilo, um pouco mais de atenção por não estar com o GPS, mas chegamos bem. 



   

Ficamos em uma pousada bem nova, mas afastada do Centro de Capitólio. Para nós isso não é um problema, A Noite Alexandre pegou a moto e saiu para compra a Janta. Falando em comida, come-se muito bem em Minas Gerais....

No final do dia só nos restava curtir a piscina da Pousada. Ficamos na Pousada do Batata.


Motocada por Minas Gerais

 Nestas férias de agosto, resolvemos gastar um combustível da motoca. 
Depois de alguma pesquisa, resolvemos seguir para Minas Gerais.
O projeto era conhecer as cachoeiras e seguir até Carrancas. O problema foi que por conta da pandemia, muitas atividades estavam fechadas.  
No final o destino foi Capitólio.
Como é bem distante, optamos em fazer uma parada no meio do caminho.
Tínhamos somente a tarde de quarta até a manhã de segunda.
Saímos do Rio por volta das 16:00h e foi uma viagem bem legal com um belo visual e estraba muito boa. Chegando a noite entrou um frio danado e por volta das 21;00h paramos em Tiradentes.
Como a ideia era só pernoitar, não procuramos muito em que pousada ficar. Paramos na primeira que vimos já bem perto da praça de Tiradentes.
Vamos ficar devendo fotos da ida, como já saímos tarde, quase não fizemos paradas.
Chegamos e fomos logo procurar um lugar para comer algo. Por conta da pandemia a Cidade estava bem vazia e com a maioria dos estabelecimentos fechados. Por sorte paramos no lugar certo.


No restaurante Casa Verde tivemos o prazer de descobrir que os donos são participantes do único Motoclube de Tiradentes. Tomamos uma maravilhosa sopa. Nos foi oferecido ovo com ora pro nobis e Ana, que não como carne, aceitou de primeira. Estava uma delícia! No final ainda tivemos mais uma surpresa. Não nos cobraram os Ovos com ora pro nobis, cortesia da casa. 

No dia seguinte o café da manhã em novos tempos, mas para nossa surpresa por lá tudo seguia como antes no tradicional Self Service. Parece que estavam voltando as atividades naquela semana e ainda não tinham se organizado para servir o café nas mesas.

Conhecemos dois motociclistas que estavam fazendo a estrada real.
 
                                               Imagem da Internet

Eles seguiam por rotas asfaltadas e outras de terra. Uma aventura e tanto pelo que falaram. Essa não é para os fracos, tem que ser raiz para encarar uma aventura dessa.
Estavam de BMW 650.


Aproveitamos a manhã para andar por essa maravilhosa cidade. O legal foi que a cidade estava muito vazia. Lembramos outras vezes que estivemos lá e era impossível tirar uma foto sem tem outras pessoas desconhecidas na composição. 

Alexandre até se arriscou na foto modelo....
A cidade estava com ar de cidade fantasma, mas ficamos sabendo que nos finais de semana já está tendo bastante movimento. Assim vamos voltando aos poucos, muitas cidades dependem do turismo.   

segunda-feira, 17 de agosto de 2020

VIAGEM ADIADA!

As dúvidas chegaram no mês 03, cancelar ou não a viagem para Tailândia?

Levamos essa dúvida até o último minuto, acompanhávamos tudo de perto e como na Tailândia não tinham muitos casos, acreditávamos que nosso voo não seria cancelado. 

No final, já bem perto da viagem, o voo foi cancelado e felizmente tivemos que adiar por algum tempo nosso sonho. 

Tivemos alguma dificuldade para contato com as empresas em busca do retorno dos gastos, ainda não tivemos todos os ressarcimentos, mas o contato já foi feito e estamos aguardando. 

As férias foram no pico da pandemia, não saíamos de casa para praticamente nada. Foi bem ruim!

Isso ocorreu em Abril, agora já estamos em Agosto, como todos que nos acompanham, sabem que somos melhores viajando do que escrevendo Blog. Bom, Agosto chegou e ainda tínhamos uns dias de férias. 

Ainda estamos em pandemia, mas as vida vai aos poucos voltando ao normal e algumas atividades voltando. 

Resolvemos tomar todos os cuidados e fazer algum passeio por perto. 

                                                                        Imagem da Internet

domingo, 15 de março de 2020

TAILÂNDIA

A Tailândia já estava em nossos planos de viagem a muito tempo.
Na verdade o plano inicial era o  leste europeu ou Dubai, mas a decisão final foi mesmo a Tailândia. 
Então vamos nós.... mais uma aventura!

Bom, não temos como planejar as férias com muita antecedência por conta do trabalho, mas assim que surgiu o oportunidade de colocar a intenção de férias e algumas negociações com a chefia, compramos as passagens e iniciamos os planejamentos. 

Optamos em ir pela Emirates e conseguimos um voo somente com uma escala pequena em Dubai.

Com as passagens compradas, iniciamos os planos por lá. Não foi fácil, até porque queríamos conhecer o sul e também o norte do país. Inicialmente pensamos em fazer tudo de ônibus, buscando a redução dos custos, mas as distâncias são longas e a diferença de preço não era lá tanto. 

O plano inicial sair de Bangcoc e ir para o norte, voltar para Bangcoc e ir para o Sul.
Buscamos muito as redes sociais para falar com pessoas que já foram para lá ou moram lá. Em contato com o Leo ( instagram - @tailandiaraiz) recebemos a informação de que no dia 13 de abril acontece o ano novo na Tailãndia, com base nessa informação tocamos os planos. Ele nos deu a maior atenção! 

Ficou assim, vamos chegar em Bangcoc, de lá seguiremos de avião para Krabi, depois para  a ilha de Phi Phi. Seguimos para Phuket e de lá pegamos outro voo para Chang Mai. De Chang Mai . Vamos descer para Sukhothai e de lá finalizamos em Bongcoc.

                                         Imagem da internet

Decidir onde ficar foi uma tortura. Estávamos buscando o melhor preço e como são muitas opções, foi bem difícil, esperamos que tenhamos sorte nas escolhas.

Fizemos as reservas pelo Booking mesmo. 

Fechamos um passseio na Ilha de Phi Phi e outros dois em Krabi com a Franci (instagram - @blogvoa). O restante resolvemos fechar lá mesmo.

Aguardem que falta pouco.   Partimos no final deste Mês!

segunda-feira, 9 de março de 2020

domingo, 1 de março de 2020

Equador - Quito visto de cima

Fomos até a virgem de el panecillio. Fomos no final da tarde início da noite. 
Chegar lá foi tranquilo. Estávamos voltando de um passeio e paramos perto, pegamos um táxi para subir. A estátua que é de alumínio fica no topo de um morro com uns 3 mil metros de altitude. 



Curtimos bem o lugar, tem vários pontos bem legais para ver Quito do alto. Não subimos na estátua, achamos desnecessário.



A noite o mirante fica inda mais bonito por conta da iluminação. 



Bem como a vita da cidade. 



Ainda curtimos umas barraquinhas que tinha lá em cima e comemos algo para enganar nossa fome, assim como beber algo quente para conter o frio. 



Na volta resolvemos pegar um táxi, mas o malandro resolveu não usar o taxímetro e cobrar um valor absurdo. Falamos que não iríamos nesta condição e descemos. Aguardamos 15 minutos e passou um ônibus. Perguntamos se passava perto de onde nós estávamos e a resposta foi sim. Entramos e quando chegou em um determinado ponto fomos orientados a descer. Descemos e o lugar era deserto, já era noite e a Ana ficou desesperada, começou a chorar. Era uma avenida larga e de elevada velocidade. Sabíamos que tínhamos que ir na direção contrária da avenida e resolvemos ir andando. Como no Rio de Janeiro a violência é elevada, já achamos que estamos em apuros. Depois de uns 10 minutos andando com medo, conseguimos pegar um táxi e curtir mais essa aventura na praça Flock,




Assim finalizamos nossa aventura pelo equador.

No Equador  usa-se o dólar, mas as moedas só são aceitas lá. Com isso tínhamos algumas moedas e apesar de tentar evitar compra coisas no aeroporto, uma vez que os preços são proibitivos, compramos um pacote de bananas desidratadas. Foi a banana mais cara que já pagamos na vida.... risos.


Faltou falar que compramos mais uma máscara para nossa parede de máscaras..... o típico Diablo Huma.



Já estamos na organização de nossa próxima aventura...

Vamos para onde???????????

Equador - Metade do mundo

A  visita a Mitade del Mundo superou nossas expectativas. 


Primeiro porque estava vazio. Imaginamos que estaria lotado e teríamos dificuldade para tirar fotos....


O local é bem organizado e as pessoas que trabalham lá são  tem atenciosas. 
Descobrimos que na verdade não é por lá que passa o meridiano e sim a uns metros dali, um funcionário nos mostrou até o ponto certo e pode ser avistado por uma cruz que foi colocada no topo de uma colina. Outros dizem que a linha tem 5 quilometros....Bom, o legal é curtir o local e lembrar que estamos no Equador.


Visitar as outras atrações do local é tão legal quanto o monumento principal. Separe pelo menos metade de um dia para explorar tudo com muita calma.
Claro que tentamos equilibrar o Ovo no prego e não conseguimos..... Vimos outras experiências ligadas a linha do equador....




Também fomos por conta própria e o caminho é o mesmo que fizemos para ir a Feira de Otavalo.



Equador - Feira de Otavalo

Resolvemos ir a fomosa Feira  de Otavalo. Apesar de já estar com uma overdose de ônibus, resolvemos não fazer um tour para lá e ir por conta própria. Sempre que possível optamos por ir por conta. Além de ficar mais livre, fica mais em conta. 


Gostamos de caminhar e então fizemos uma caminhada de uns 30 min. até o local onde pegaríamos o ônibus até o terminal rodoviário. Pegamos um ônibus destes de linha e lotado. Era início da manhã e as pessoas estavam em seu deslocamento rotineiro. 
Chegando, descobrimos que na verdade tínhamos que ir para um outro terminal, Bom, isso não foi problema, até porque quem está dentro deste terminal pega outro ônibus sem pagar nova passagem. 
Chegando neste outro terminal foi só procurara onde saem os ônibus para Otavalo e comprar as passagens. 
Otavalo não fica perto e o ônibus segue em velocidade bem baixa. Pelo menos o que pegamos. O ônibus é parador e entra pessoas vendendo de tudo. Parte da cultura local, junto com desemprego, acreditamos.

Chegando em Otavalo foi só seguir a galera. A feira é realmente grande e tem de tudo. Por lá, como tudo é em dolares, não achamos os preços muitos atrativos, mas deu para comprar algumas lembrancinhas. 




 Alexandre gosta da área de frutas...



 Ficamos louco com as barraquinhas de mandala...





 O retorno foi bem tranquilo. Já no retorno para a rodoviária passamos em uma padaria e nos demos com essas tentações...


 Chegando na praça Flock era certo tomar uma cerveja observando o dia a dia dos locais.









Equador - Quito - Cotopaxi

A aventura no Vulcão Cotopaxi não terminou com a caminhada até lá, na volta descemos de bicicleta. 
Ana que ainda não estava refeita do mal da montanha, voltou no conforto do ônibus.


Alexndre que ainda estava na adrenalina da aventura, não perdeu tempo e pegou logo sua Bike.


Com o grupo preparado foi só ver se os freios estavam bons e manter o controle. 


A descida não é nada muito agradável, é para quem curte adrenalina mesmo. A estrada é de terra e com muitas pedras, além da famosas constelinhas.... Costelinhas são aquelas ondinhas feitas na terra pela chuvas. Bem perto do final da maior descida a Bike do Alexandre quebrou. Neste momento ele deu o braço a torcer e aceitou que não é mais nenhum jovem.... desistiu de trocar de Bike e fez o final do percurso no ônibus. 
Pelos motivos relatados acima, não temos fotos da descida.

Depois disso paramos para um almoço e confraternização.