domingo, 6 de outubro de 2019

Equador – Cuenca


Curtimos a manhã de nosso último dia em Mantañita, já que não conseguimos fazer nosso deslocamento para Cuenca à noite e assim que terminou nossa diária, partimos para nosso próximo destino. O deslocamento foi tranqüilo – Saindo de Montañita em direção a Guayaquil e depois para Cuenca.


Chegando ao terminal rodoviário pegamos um taxi. Como estávamos famintos, largamos as mochilas e saímos para comer algo, optando por ir a um restaurante melhor, com música ao vivo e ambiente acolhedor.  Claro que deixamos uns dólares a mais.




No hostel em que ficamos estava incluído o café da manhã. Ficamos um quarto com oito camas e estava lotado. Um hostel bem animado e com uma decoração bem colorida.




No dia seguinte, Já com o mapa na mão, saímos para caminhar. Andamos praticamente o dia todo.

... passamos por praças muito agradáveis




...., caminhamos as margens do rio Pumapungo




...., entramos nas lojas,visitamos o famoso museu Pumapungo que é muito bens estruturado e sem custo para entrar.


..., visitamos um museu de sombreiros.... Já devem conhecer a história dos sombreiros no Equador né....




... e é claro observamos cada detalhe da cidade. Vale registrar que a cidade é bem limpa e com um astral bem legal.
Não podíamos deixar de ir ao mercado local. Adoramos visitar o mercado e ver como são os hábitos alimentares da galera por lá....
 


Falando em mercado local, tem coisa melhor que comprar frutas e levar para o hostel e fazer um lanchinho a noite.




Por lá tem que se controlar com os doces....




Em outro dia fomos ao Parque Nacional de Cajas. Pegamos um ônibus no terminal terrestre e seguimos até o parque. Quando saímos o dia estava normal, sem indicação de que faria muito frio. Saímos como todo bom Brasileiro com nossos casacos, mas chegando ao parque vimos que a situação era diferente. Ventava muito e o frio era muito forte. Queríamos fazer uma caminhada pelo parque, mas era quase impossível com aquele frio e sem estar com casacos mais fortes. Dentro do parque, em uma loja, tinha opção de comprar casacos, como a vontade de fazer a caminhada era grande, deixamos uns dólares por lá e nos equipamos.


Pegamos um mapa, definimos nossa rota e fizemos uma caminhada de umas 3 horas. O frio era muito grande e a falta de ar pela altitude também não ajudava. Bom, isso é aventura e o que buscamos. Com todos esses pontos podemos afirmar que foi uma das caminhadas mais sinistras que fizemos.
Vale o registro que não somos totalmente malucos, Alexandre tem um bom conhecimento sobre trilhas. Não se deve fazer trilha sem orientação!


 
O Ônibus demorou um pouco, mas faz parte da aventura....





No último dia ainda fomos a outro museu de sombreiros e a Ana ficou simplesmente louca.






Difícil foi encontrar qual chapéu comprar.....
Alexandre também entrou na brincadeira do chapéu ...




Outro ponto que visitamos foi o mirador de Turi. Chegando lá é possível curtir o visual da cidade do ponto próximo a igreja ou pagar um dólar e subir umas escadas e chegar a um ponto ainda mais alto. Neste local ainda tem atividades de aventura para fazer.









Na descida fomos abordados por uma funcionária que nos ofereceu uma oferta. O Drink estava na promoção por três dólares e na compra de dois o terceiro sairia de graça. Achamos a promoção interessante e fomos. Chegando lá tomamos os Drink, pedimos lago para comer e quando chegou a conta ....surpresinha....não era bem assim a promoção. O Drink custava praticamente cinco dólares e comprando dois o terceiro sairia de graça. Não foi entendimento errado nosso, foi falta de ética da funcionária. Reclamamos, mas só recebemos um pedido de desculpas com a promessa de conversar melhor com a funcionária.  Claro que isso nos deixou furioso e a experiência que estava boa ficou marcada negativamente. Quando foram ao mirante de Turi, cuidado com a oferta feita no restaurante Bar Cafeteria Restaurante La Colina de Turi.



domingo, 22 de setembro de 2019

Equador - Custos em Montañita

Chegamos em Montañita no dia 02 de setembro de 2019.
Custo total do casal e em dólares.
Café da manhã - 7,00
Hostel do dia 02 até o dia 05 - 113,65 dólares ( média dia de 37,88 com os impostos )
Cerveja - 2,50
Almoço - 7,00
Mercado - 4,75
Padaria - 1,80


---------------------
Total = 136,70


Dia 03/09/2019
Ônibus para praia de Los Frailes - 6,00
ônibus de volta - 3,00
Água - 1,00
Padaria - 3,50
Água - 1,00
Cerveja - 3,40
Jantar - 7,00
Crepe - 3,50
Barraca aluguel - 4,00
Coco cola - 1,00


-------------------------
Total = 33,40


Dia 04/09/2019
Blusa  - 10,00
Almoço - 8,00
Crepe - 3,5
Cerveja - 7,00
Biscoito - 2,75
Pizza - 7,00
Drink - 5,00


----------------
Total = 43,25



Equador - Montañita

Nosso deslocamento de Quito até Montañita foi a noite. Saímos do Hostel, pegamos um "uber" até o terminal Sul de Quitumbe e de lá um Ônibus até o terminal rodoviário de Guayaquil. Faltava pegar um outro ônibus até Montañita.




O deslocamento foi tranquilo, o ônibus era bom e deu para tirar boas cochiladas até nosso destino.
Por lá trabalham muito em sistema de cooperativa de transporte e o cliente é disputado nas estações, tudo com um certo respeito na concorrência. Uma bagunça de certa forma organizada se é que é possível escrever isso.


Em Montañita ficamos no Hostel Cayena Beach. Não fica próximo da praia e não é dos mais baratos, mas tem suas vantagens e o custo benefício foi muito bom. O tempo não estava lá o que esperávamos e fazia até algum frio. O bom foi que tinha uma banheira de hidromassagem com água quente e apesar de ser pequena e muito disputada, o hostel não estava cheio e deu para curtir bastante. Outro ponto legal é que no hostel tem um cachorro da raça Dogue Alemão. Um pintado grande, dócil é lindo. Nós que gostamos de cachorro curtimos bastante.






Ana ainda não conseguiu manter a arrumação de sua mochila e logo na chegada bagunçou todo o quarto. Alexandre tentou até tirar uma foto da parte dela, mas não conseguiu, então segue somente a parte dele.....olha que viajam só com uma mochila de 40 litros.








Chegamos a conclusão de que, caso você não vá em um período de alta temporada, vale reservar somente um dia  por garantia e depois procurar lá o hostel que quer ficar. Em Montañita você vai andar pelas ruas, curtir a praia e os bares e para quem gosta de balada, uma noite agitada. Com isso tem tempo para procurar o melhor hostel. Nós por exemplo ficamos no Cayena e vimos outras opções interessantes mais perto do centrinho a um preço bem melhor. Durante o tempo em que ficamos lá o preço caiu ainda mais o que mostra que vale a barganha. Não se preocupe em não encontrar um lugar para ficar caso não tenha feito reserva, o que não falta por lá é hospedagem .






Este acima parecia ser bem legal e estava a um custo interessante.
Ficamos alguns dias em Montañita, do dia 02 até o dia 05 de setembro de 2019.
O tempo no primeiro dia não estava muito bom, tiramos para bater pernas pelas ruas do Centrinho e ficar na praia vendo o tempo passar.






No segundo dia fomos visitar a famosa praia de Los Frailes. Pegamos um ônibus na rua principal do centrinho, soltamos na porta do parque Nacional Machalila. Lá fizemos um registro e seguimos por uma trilha bem legal, com vários mirantes e pequenas praias até chegar a paia de Los Frailes.









Ana que anda sempre rápido já ia perdendo a entrada da trilha, mesmo tendo alguns turistas resolvendo se fariam a trilha ou não.








A trilha foi de mais de uma hora  e curtimos muito.
Alugamos uma guarda sol e fizemos o que se faz de melhor na praia.... ver o tempo passar...
A água estava muito fria, ventava e não tivemos coragem de entrar no Pacifico.














Da Entrada do parque até a praia e da praia até a entrada do parque tem taxis e moto taxis que levam a galera por um dólar por passageiro, nós é claro que fomos andando. Neste ponto de retorno a caminhada não é legal, o caminho é em uma estrada de terra batida e quando passam os carros você fica no meio de uma grande nuvem bem desagradável.
No hostel em que ficamos tinha o café da manhã incluso na diária. Depois do café da manhã saíamos para bater pernas e ver o que fazer. Descobrimos que no alto de um morro tinha um daqueles monumentos com o nome da cidade. Claro que fomos descobrir onde era e subimos para tirar as tradicionais fotos.









Em seguida ficamos sabendo que tem uma estátua que chamam de monumento ao surfista, ficava no lado oposto em que estávamos, resolvemos seguir caminhando até lá, mas pela praia.










Chegando no final da praia vimos um belo hotel que estendia suas lindas barracas a beira mar. Como estava em baixa temporada, não tinha muitos hospedes e na verdade nem vimos funcionários. Alexandre foi ao bar do hotel, comprou uma cerveja e ficamos curtindo a praia. A cerveja era bem cara, mas desceu muito bem no contexto.


Mais uma descoberta, seguindo após o monumento do surfista, pegamos uma estrada que levava ao topo de um morro e lá encontramos uma igreja. Santuário Blanca Estrella del Mar - dedicada a imaculada coração de Maria. O visual é magnífico e ficamos imaginando a missa em um lugar desse, deve ser emocionante.








Depois da refeição, uma parada obrigatória é nas barracas de crepe e no final de dia nas barracas de bebidas.




A noite não podíamos deixar de conhecer a tradicional balada de Montañita. Tem muitas opções de balada, como não estávamos no final de semana muitas estavam fechada, mas muitos bares vendendo bebidas e com música. Tem opção de balada para todos os tipos. O que é bem conhecida é um bar que a noite vira balada - Chamam de Caña Grill que não tem custo para entrar e tem uma ar praiano bem legal.




O último dia tínhamos que ir para nosso próximo destino e não tinha ônibus a noite, tivemos que ir pelo dia mesmo. Ficamos descansando no hostel até a hora de pegar o ônibus.





Não dá para falar que encontramos as melhores praias do mundo, moramos no Rio de Janeiro, mas curtimos bastante Montañita.