quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Cartagena das Índias


Hora de nos despedir da Ilha e partir para nosso próximo destino....
Um detalhe que não comentamos ainda. Fechamos todos os vôos ainda no Brasil e no fechamento nos era oferecido várias serviços, claro que negamos todos. Um problema que tivemos foi que os aviões eram muito pequenos nos vôos internos e nossas mochilas estavam com um peso maior que o permitido. O máximo eram 6 kg e estávamos com 7,5 kg. Tivemos que despachar e gastamos mais se tivéssemos contratado o serviço. Fiquem atentos a essa questão e contrate o serviço para despachar as malas já na compra das passagens, fica mais em conta.

Continuamos a usar o sistema airbnb e nesta etapa tivemos uma grata surpresa. Ficamos em um apartamento muito bem decorado e para nossa sorte só estávamos nós no apartamento. O dono estava em viagem e não tinha outro hospede. Fomos recebidos com frutas locais e a funcionária do dono do apartamento nos passou todas as orientações.  A única questão é que o apartamento ficava próximo do aeroporto, mas distante da cidade murada. Bom, utilizamos taxi e não foi problema.
        Esse é uma espécie de maracuja, só que doce.

Já tínhamos a informação de que o dono do apartamento tinha animal de estimação. Neste caso um gato que nos adotou. Ficou todos os dias em nosso quarto e tornou nossa estada muito mais alegre.

No terraço do imóvel ainda tinha uma linda piscina que aproveitamos para curtir também.



No mais comum percurso turístico, percorremos a cidade murada. Curtimos muito, a sensação de segurança é muito grande e é bem legal andar sem compromissos pelas ruas vendo passar tantos turistas.


Como sempre procuramos o Free Walkink Tour. Foi bom o percurso, com o guia bem simpático e atencioso.


Ana ficou louca com as bolsas e com o artesanato como um todo. Claro que compramos os chapéus Panamenhos que por lá vendem por todos os lados a um bom preço.



Visitamos o Castello de San Felipe de Barajas. O calor estava muito grande e sofremos neste passeio. Ana não se sentiu bem teve que fazer uma parada de recuperação. Nada que um sorvetinho não resolva. Coincidentemente , nossos novos amigos Igor e Karine também foram para Cartagena e fizemos alguns passeios juntos.


Voltando para a cidade murada a Ana já estava em forma para mais caminhadas....

No final do dia, tomar um drink no Café Del Mar é ponto obrigatório. Pena que depois de tanto calor  o dia não estava para por do sol....


quarta-feira, 18 de julho de 2018

Volta a ilha de Carro


Nosso último dia na ilha de San Andres foi bem legal e fechou com chave de ouro. Alugamos um pequeno carro, tipo esses carrinhos de golf. Foi bom que o Kramelo, agente de viagem que nos apoiou na ilha, nos alugou um carro bem novo e bem mais potente que os carrinhos de golf.



Ana até tentou se aventurar no volante, mas o fluxo de carrinhos e motos é grande e logo logo voltou para a melhor posição que é a do carona. O visual da ilha é incrível e poder curtir sem se preocupar com a condução.



Dar a volta a ilha foi uma tarefa bem difícil. Andávamos poucos metros e já estávamos querendo parar para curtir um novo visual e dar um mergulho....




Infelizmente a ilha não é só maravilha. Vemos lixo em algumas praias o que é bem triste.


Em uma outra parada fomos a uma praia em que era possível ir andando até uma ilha. Mais um visual maravilhoso.



Outra parada foi para ver um buraco no chão que sopra um jato de água em alguns momentos de força da maré. No dia que fomos o mar estava bem tranqüilo e o “Gêiser” praticamente morto. Não curtimos....



Voltamos a encontrar nossos novos amigos Igor e Karina e curtimos um maravilhoso peixe.



Fizemos uma parada em um ponto em que você paga uns pesos e tem acesso a uma piscina natural com aquela água cristalina e muitos peixes.




Neste local tem outras atividade que não fizemos, como uma lança super rápida e o acquanauta.



No caminho encontramos uma piscina natural muito parecida e que não tinha que pagar. Parecia ser de um hotel. Curtimos muito porque não estava tão cheio.


Também fizemos uma parada no meio da ilha, onde conhecemos uma gruta. Nada muito interessante, mas turista é assim mesmo –  tem atração turística estamos lá....




Interessante ver a galera jogando Basebol como nós jogamos o futebol...


Foi bem legal o passeio de carro pela ilha, curtimos cada cantinho da ilha.




terça-feira, 19 de junho de 2018

Volta à Ilha de Lancha


Nosso terceiro passeio foi á volta à ilha de lancha. Acordamos cedo, tomamos um bom café da manhã e partimos para o ponto de encontro.

Não sei se chamamos a embarcação de Lancha. Uma espécie de voadeira. Bom, acho que o certo é chamar de lancha voadeira.



Lá fomos logo conhecendo outros brasileiros. Na verdade encontramos muitos brasileiros na ilha. O custo é bem melhor do que ir para pontos badalados do caribe.
Um ponto que chamamos a atenção é para aquelas pessoas que viajam só. Isso é muito valorizado por nós. Achamos o máximo uma pessoa ser tão segura ao ponto de ir para uma viagem sozinha. Nós que ficamos quase sempre em albergue, sempre encontramos esse grupo de viajante. É fácil fazer amigos em viagens! Acredite, sempre vai encontrar alguém na mesma situação que a sua.
Na embarcação tinham pessoas que estavam só, mas isso foi por poucos minutos. Assim que os motores ligaram e a embarcação saiu, já éramos um grupo unido e todos melhores amigos. Isso que é bom nas viagens!

Já tínhamos lido que não era bom ir na frente da lancha, nós que gostamos de aventura fomos na frente. Brincadeira, fomos os últimos a entrar na embarcação....
Conforme nos deslocávamos, o barqueiro ia fazendo paradas em pontos estratégicos. O Sol estava entre nuvens, mas foi até melhor porque passamos praticamente o dia todo no mar.

Uma das paradas foi para ver um naufrágio. Ele estava a uma profundidade muito grande, mas a transparência da água é tão grande que podíamos ver da superfície.

Outra parada foi para ver umas estátuas que foram colocadas no fundo do mar. Nesta o barqueiro parou e ficamos um tempo procurando. Não foi fácil achar.   Alexandre e outros malucos ficaram tentando chegar até a estátua que ficava a muitos metros de profundidade.



Uma amiga do trabalho do Alexandre emprestou uma máquina subaquática. Tirar fotos subaquáticas não é tão fácil quanto parece. Não é mesmo Ana.

Em uma dessas paradas, Alexandre resolveu tirar uma foto com o celular e tropeçou em uma bolsa que estava no chão e lá se foi seu celular para o mais profundo mergulho. O barqueiro, ao ver a cena, mergulhou e resgatou o celular. Foi todo mundo dando dicas.
-Não liga; - tira a bateria; - abre e coloca no sol; - não coloca no sol; - chegando à ilha coloca no arroz;...
O estresse do Alexandre foi tanto que não temos outras fotos da continuação do passeio. Depois ainda paramos em uma ilha menor para almoço. Um lugar paradisíaco e com uma água super transparente. Na saída paramos para nadar com as arraias mantas. Sorte que nossos novos amigos tiraram algumas fotos nossas...



No retorno do passeio descobrimos o quanto é ruim ficar na frente da embarcação. O mar já não era tranquilo como na ida e batia muito. Foi sinistro!
Chegando em terra firme fomos logo a um mercado comprar arroz... lembra do mergulho do celular.... Quando encontramos o Kramelo, para passar as orientações sobre o último passeio, nos orientou a levar em uma loja de celulares o quanto antes. Nós nem pensávamos que lá tinha isso e pelo visto o técnico já fez muitos consertos como este. Não cobrou muito e recuperou o celular. Claro que não ficou perfeito, mas Alexandre usou por alguns meses e recuperou algumas fotos e outros dados que não estavam salvos.


sábado, 16 de junho de 2018

As sete cores do mar do Caribe

Seguimos curtindo cada minuto de nossa visita a San Andrés. Agora tínhamos a companhia de nossos novos amigos.

Logo no primeiro dia nos encontramos com o Kramelo para fechar os passeios. Neste momento já não eramos mais milionários e ainda ficamos devendo. kramelo ainda assim fechou nossos passeios e só pagamos depois que levantamos mais dinheiro. Fomos a uma Agência da Western Union e voltamos a ser milionários. Já estávamos gostando dessa onda de ter toda essa grana....


Partimos para o Parasail, o passeio mais esperado. É um paraquedas puxado por uma lancha. Foi uma briga para saber quem iria primeiro, já tínhamos lido que é melhor ficar para o final. Pelo visto todos tinham lido sobre o assunto e foi uma verdadeira briga.  Nós que estávamos tensos e com a dica do barqueiro que poderíamos perder o vento, fomos os primeiros. Depois vimos que era verdade, os últimos ficaram esperando uma melhora do vento, mas foram recompensados, os últimos ficam sobre a parte mais clara do mar, onde é mais raso.




No final eles ainda colocam um pouco de emoção desacelerando a lancha e deixando o paraquedas ir bem perto da água. Ser o primeiro neste caso foi bom para ter a emoção da surpresa. 


Foi mais um dia perfeito. Claro que depois dos passeios, ficávamos curtindo a praia e a noite um passeio pela orla com um bom jantar ou petisco.