domingo, 5 de junho de 2016

FRIDA KAHLO

  O casal comentava recentemente que suas postagens não eram tão rápidas como deveriam. Levam quase um ano para contar suas aventuras de viagens. Prometeram melhorar!!!!!!  Risos.... 
Vale ressaltar que eles tem algumas contradições com relação a ficar agarrado no PC, já chega o dia a dia de trabalho.....
 Voltando! Esse foi o último dia do casal na Cidade do México e para variar não se lembraram do horário de abertura das lojas. Precisavam comprar as passagens para o próximo destino. Como já foi dito, tinham uma ideia do percurso, iriam para o Sul, mas não tinham decidido ainda para que local.
 Ficaram entre Acapulco e Oaxaca.
Depois de algumas análises e ponderando a questão do deslocamento, decidiram por Oaxaca. Compraram a passagem para as 23h30min, com previsão de chegada as 07h00min do dia seguinte. A ideia era fazer todos os percursos à noite para aproveitar o tempo e ir dormindo.
Enquanto aguardavam a loja abrir para comprar a passagens, voltaram a fazer o que mais gostam em uma viagem, observar!
Notaram que por lá os serviços autônomos são oferecidos em lugares destinados a esse fim. O local é demarcado e cada um coloca sua placa com o serviço oferecido.


Outra curiosidade é que nos jornais a violência é retratada com toda sua crueldade.

Em todos os lugares encontramos orientações sobre abalo sísmico. Para nós isso é perturbador.

É uma cidade voltada para o turismo, temos muito que aprender nessa área.

Ainda tinha muita coisa para ver na Cidade do México, nesse dia resolveram fazer uma grande caminhada, pegaram o guia e foram bater pernas. Pegaram o metrô e foram para San Ángel ( Estação Miguel Angel de Quevedo ). O metrô tem as estações com demarcação bem regionais.

Tinham lido que essa região tinha preservado bem a arquitetura típica, além de feiras de artesanato, igrejas, museus, monumentos e galerias de artes.
Iniciaram a caminhada na Praça San Jacinto,  passaram pelo museo Del Carmem com os domos azulejados. Atravessaram o Jardin de La Bombilla onde observaram o monumento ao General Alvaro Obregón. Em outra praça, chimalistac, a capela de San Sebastião Chimalistac, do século XVII, conta com o cruzeiro diante dela, uma relíquia do tempo em que a missa era celebrada ao ar livre. Outra igreja do mesmo período, Capela San Antonio Panzacola, fica ao lado de uma ponte de pedra e que dá direção a rua dita mais antiga da América latina.  Antes passaram no Museo Nacional de La Acuarela.  A caminhada segue até a Plaza Santa Catarina. A igreja amarela nessa praça, com três arcos na fachada fica de frente a casa de La cultura Jesus Reyes  Heroles. Depois de quase 4 km de caminhada, chegaram aos arcos duplos que formavam a entrada do convento de San Juan Bautista,  já no centro do bairro de Coyoacán.
Algumas fotos que tiraram na caminhada.

























Depois do almoço a tão esperada visita ao Museo Frida Kahlo. Antes não podiam deixar de provar a famosa manga com sal e pimenta.

   Ana ficou totalmente encantada com a casa azul, admira muito a história de Frida. Vale ver o filme Frida que retrata bem a vida dessa guerreira.











Voltando para o Hostel, onde o casal já tinha fechado a estada e combinado de voltar para pegar a bagagem, viram uma movimentação na praça e param para ver do que se tratava. È bem provável que todos os dias o exército retira a bandeira da praça no final do dia, isso é uma cerimônia, com uma organização bem montada para o feito.



















Bandeira retirada, bagagem em mãos, uma parada para um lanche e seguiram para o próximo destino. Ainda era cedo, mas o cansaço era grande e partiram para a rodoviária que era bem estruturada. A empresa que escolheram para fazer todos os percursos tinha um excelente atendimento.




 Gastos do casal:
Café: 60,00
Frida: 240,00
Almoço: 305,00
Lanche: 120,00
Passagem Oaxaca: 1054,00 





sábado, 16 de abril de 2016

Local onde os homens se tornam deuses – Teotihuacán

O próximo passeio foi para conhecer as pirâmides de Teotihuacán. O dia amanheceu chuvoso e resolveram comprar um guarda chuva. Mais uma vez esbarraram na questão do horário de abertura das lojas.
Foram passar o tempo no Zócalo e ver a movimentação das pessoas e curtir um pouco mais a catedral. O legal em uma viagem é observar com detalhes tudo. Já tinham visto uma estátua do Papa João Paulo II, mas olhando com mais calma, observaram que em muitos pontos tinham chaves incrustadas no monumento. Na verdade a estátua foi feita com o metal de muitas chaves. Quando o papa esteve no México, falou que eles tinham a chave de seu coração. Simbolicamente muitos mexicanos doaram chaves que foram derretidas para fazer a estátua.





Voltando para comprar o guarda chuva, procura de um lado, procura de outro e nada de encontrar um guarda chuva, até que encontraram na mesma loja que foi comprado os ingressos da luta livre. O problema Foi que era um desses mais modernos e caros. Bom, já estavam com a manhã seguindo e resolveram comprar.
Na hora de pagar o funcionário passou na leitura e cobrou um valor bem menor, Alexandre informou que ele teria cobrado errado e depois de alguma verificação,  retornou com a informação de que como foi um erro da loja, teriam que manter o preço mais baixo. Isso é respeito ao consumidor, ficaram felizes.

Teotihuacán fica a uns 40 km do Centro da Cidade do México. Pegamos o metrô até uma rodoviária e depois um ônibus até lá. 



Tudo muito tranqüilo. No caminho entra um cantante e passa um bom tempo da viagem distraindo os viajantes com seu trabalho. No final tiramos uns pesos do bolso com muito prazer.
Chegando à cidade de Teotihuacán o casal ficou maravilhado com a história do local e também com sua grandiosidade.


Teotihuacán foi uma das maiores cidades do mundo, bem antes da era cristã. Depois de abandonada, os astecas encontraram o local e consideraram um lugar sagrado. Depois ficou escondida sobre terra e vegetação e também ficou preservada na conquista de Tenochtitlan.


Subir nas pirâmides e poder sentir a energia daquele local fez muito bem ao casal.






Tem uma avenida que é chamada de Avenida dos Mortos. Ela percorre todo o sítio atual e seu nome foi dado pelos astecas que erroneamente julgaram que os edifícios as margens eram túmulos reais.


Logo na entrada o casal foi abordado por vendedores ambulantes e assim foi por todo o passeio ao sítio. Nada muito perturbador, mas os caras ficam insistindo e a cada negativa o preço cai mais. Tem peças de “prata” a preços bem interessantes.
Vale ressaltar que o casal ainda iria para o sul do México e as compras estavam fora de cogitação. Claro que a Ana sofre muito com isso.....  risos


No retorno Resolveram aproveitar e ir até a Basílica de Santa Maria de Guadalupe. A Virgem é venerada por eles. Primeiro foram para a igreja antiga com suas lindas torres gêmeas barrocas. Ela está com a estrutura abalada e o chão está tão desnivelado que chega a dar vertigem.


Seguiram para a nova igreja que pode acomodar 10 mil fiéis,  bem moderna e enorme.


 Ainda encontraram disposição para subiram até o cerro Del Tepeyac onde o milagre aconteceu.



De joelhos, Alexandre pede Ana em casamento e registram mais uma vez a união.


Como não voltariam por lá, compraram alguns regalos, tomaram o tradicional sorvete Paletas mexicanas e seguiram para colocar os pés para o alto e curtir um maravilhoso sono.
Chegando ao zócalo, já bem perto do hostel, viram um grupo passando em bicicletas acopladas umas nas outras. A galera fazia a maior farra seguindo os comandos do guia e gritando muito. Foram ver do que se tratava e era um passeio turístico. Claro que separaram os últimos resquícios de energia e curtiram o pedal.




Principais gastos do casal
Café – 50,00
Guarda chuva – 94,00 risos
Ônibus para Teotihuacán – 186,00
Entrada Teotihuacán- 130,00
Almoço – 250,00
Bike – 50,00
Lanche – 28,00