terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Zona Sul - Cidade baixa

A parte baixa da Cidade de La Paz tem um clima melhor e é onde o negócio imobiliário é mais desenvolvido. Já podemos ver casas com pintura e mais bonitas.
Fomos visitar os primos de Juan nesse local. Para iniciar nosso passeio, Gonçalo nos levou para conhecer o Valle de La Luna. Mais um Sítio Arqueológico, o local parece o solo da lua.


O lugar é maravilhoso, parece realmente que está em outro planeta. Tiramos muitas fotos e curtimos muito esse local. Gonçalo foi nosso guia!


Consegue ver o sombreiro da dama?


 É, uma de nossas diversões no local era o surrealismo. Ficar imaginando formatos nas figuras formadas pela erosão no solo.
Difícil foi definir qual foto postar.







Depois fomos encontrar com outros primos de Juan, que nos levou para um tour pela localidade onde moram. Foi bem legal porque tivemos uma visão bem legal de toda região, já que estava sendo apresentada por um morador local e não um guia de turismo.
Chegando à casa dos primos de Juan iniciam-se os preparativos para uma peixada na Brasa.
A galera parte toda para a cozinha e mãos a obra, ou melhor, mãos no peixe.



Paula foi apresentada a uma bebida típica do México – Michelada.


O primo do Juan é apaixonado por moto, Alexandre também, não precisa falar que foi uma identificação automática. O papo rendeu por horas.
O dia não podia ser melhor, boa comida, bom papo e bom clima.



Foi com esses novos amigos que copiamos a ideia de montar uma parede de máscaras. Cada viagem que fizermos uma nova máscara para nossa parede.






domingo, 7 de fevereiro de 2016

Tiwanaku

Um de nossos anfitriões encontrou um tempo para ir a um passeios conosco. Fomos ao sítio arqueológico pré-colombiano de tiwanaku.
Claro que logo foi preparado um grande farnel para ninguém ficar com fome na viagem.


Seguimos para ciudad Del alto e pegamos a estrada. Chegando lá fomos logo cercados por um grupo de pessoas vendendo objetos de barro ligados aos monólitos. o preço já não era muito elevado e com nossa negativa ia caindo. No final estava tão baixo que resolvemos comprar para dar uma ajuda. Também somos disputados por guias. Como já tínhamos lido bastante sobre o local achamos que não seria necessário, mas nossos amigos trataram logo de contratar um guia com a certeza que o passeio seria mais interessante.


Não deu outra, o guia contou muitas histórias e nos divertiu bastante. Ele era um tanto rapidinho e acabávamos ficando para trás. Amauta Juan não o perdia de vista e estava sempre colado na fera.


O sitio é enorme e está em mau estado de conservação, já teve muitos saques e tentativas frustradas de restauração. Ainda assim vale a visita, dá para viajar e ficar imaginando a vida naqueles tempos.


Vamos relatar só algumas coisas que curtimos mais.
Uma pirâmide que só se tem pequenas partes, tem que usar muito a imaginação e nisso o guia nos ajudou....risos



Em um templo semi-subterrâneo, observamos varias cabeças antropomórficas embutidas nas suas paredes. Observamos em umas delas a figura parecida com um marciano.




Ponto central no templo de Kalasasaya e a Porta do Sol . Parece que ela já não está mais no local correto e aí vai muita história. Os detalhes esculpidos na pedra são muito legais.




As paredes do templo também têm muita história sobre a reconstrução, mas curtimos viajar no tempo imaginando subir toda essa estrutura.




A porta da lua coitada, bem mais simples.


Os monólitos também são uma atração importante. O legal foi ver o maior de todas as esculturas antropomórficas, com mais de sete metros de altura e pesando 20 toneladas. Este já esteve na cidade de La Paz e agora está em segurança no museu. Sim, museu, ainda visitamos os museus lítico e cerâmico que ficam próximos.



Na redondeza é possível ver que muita coisa já foi retirada para colocar nas construções.



Dentro do templo ficavam só as pessoas mais importantes, a maioria ficava do lado de fora do templo. Para ouvir o que rolava lá dentro, as paredes tinham orelhas. Isso mesmo, cortes que amplificavam o som. É possível testar e acredite, funciona.



No final já estávamos com muita fome e foi o melhor piquenique que já tivemos.


 

Porque será que nesses lugares sentimos uma energia boa. No final chegamos a conclusão de que é porque estamos em boa companhia.




domingo, 24 de janeiro de 2016

Curtindo a vida local!

Passeamos muito pelas ruas da Bolívia, sempre na companhia de nossos amigos.
O legal era ver e curtir a movimentação local!




Fomos visitar a famosa Calle Jaen. Bem pequena, mas considerada uma das mais bonitas do mundo. Bem antiga e conservada, faz você voltar no tempo e ficar olhando para cima em busca de cada detalhe.
  










Por lá você encontra vários museus. Para nossa tristeza estavam fechados.


O bom da viagem é ser observador.....


Observamos um relógio com os ponteiros invertidos. Nosso amigo Juan tratou logo de nos esclarecer. O relógio estava em um prédio do governo e foi invertido como simbologia no que chamaram de recuperação da identidade. Bom, não vamos detalhar muito, mas nosso amigo Juan nos deu uma aula sobre Bolívia nessa viagem.



Nessa de passear, encontramos um grupo fazendo uma apresentação para uma TV local. Claro que no final da apresentação, com a ajuda do esposo da sobrinha do Juan, conseguimos tirar uma foto. Turista é assim, tira foto de tudo!


Porque comemos tanto quando estamos de férias?  Teve um dia que estávamos pensando em fazer somente um lanche, entramos em um restaurante com pensamento de comer umas saltenhas..... olha no que terminou....