domingo, 7 de fevereiro de 2016

Tiwanaku

Um de nossos anfitriões encontrou um tempo para ir a um passeios conosco. Fomos ao sítio arqueológico pré-colombiano de tiwanaku.
Claro que logo foi preparado um grande farnel para ninguém ficar com fome na viagem.


Seguimos para ciudad Del alto e pegamos a estrada. Chegando lá fomos logo cercados por um grupo de pessoas vendendo objetos de barro ligados aos monólitos. o preço já não era muito elevado e com nossa negativa ia caindo. No final estava tão baixo que resolvemos comprar para dar uma ajuda. Também somos disputados por guias. Como já tínhamos lido bastante sobre o local achamos que não seria necessário, mas nossos amigos trataram logo de contratar um guia com a certeza que o passeio seria mais interessante.


Não deu outra, o guia contou muitas histórias e nos divertiu bastante. Ele era um tanto rapidinho e acabávamos ficando para trás. Amauta Juan não o perdia de vista e estava sempre colado na fera.


O sitio é enorme e está em mau estado de conservação, já teve muitos saques e tentativas frustradas de restauração. Ainda assim vale a visita, dá para viajar e ficar imaginando a vida naqueles tempos.


Vamos relatar só algumas coisas que curtimos mais.
Uma pirâmide que só se tem pequenas partes, tem que usar muito a imaginação e nisso o guia nos ajudou....risos



Em um templo semi-subterrâneo, observamos varias cabeças antropomórficas embutidas nas suas paredes. Observamos em umas delas a figura parecida com um marciano.




Ponto central no templo de Kalasasaya e a Porta do Sol . Parece que ela já não está mais no local correto e aí vai muita história. Os detalhes esculpidos na pedra são muito legais.




As paredes do templo também têm muita história sobre a reconstrução, mas curtimos viajar no tempo imaginando subir toda essa estrutura.




A porta da lua coitada, bem mais simples.


Os monólitos também são uma atração importante. O legal foi ver o maior de todas as esculturas antropomórficas, com mais de sete metros de altura e pesando 20 toneladas. Este já esteve na cidade de La Paz e agora está em segurança no museu. Sim, museu, ainda visitamos os museus lítico e cerâmico que ficam próximos.



Na redondeza é possível ver que muita coisa já foi retirada para colocar nas construções.



Dentro do templo ficavam só as pessoas mais importantes, a maioria ficava do lado de fora do templo. Para ouvir o que rolava lá dentro, as paredes tinham orelhas. Isso mesmo, cortes que amplificavam o som. É possível testar e acredite, funciona.



No final já estávamos com muita fome e foi o melhor piquenique que já tivemos.


 

Porque será que nesses lugares sentimos uma energia boa. No final chegamos a conclusão de que é porque estamos em boa companhia.




domingo, 24 de janeiro de 2016

Curtindo a vida local!

Passeamos muito pelas ruas da Bolívia, sempre na companhia de nossos amigos.
O legal era ver e curtir a movimentação local!




Fomos visitar a famosa Calle Jaen. Bem pequena, mas considerada uma das mais bonitas do mundo. Bem antiga e conservada, faz você voltar no tempo e ficar olhando para cima em busca de cada detalhe.
  










Por lá você encontra vários museus. Para nossa tristeza estavam fechados.


O bom da viagem é ser observador.....


Observamos um relógio com os ponteiros invertidos. Nosso amigo Juan tratou logo de nos esclarecer. O relógio estava em um prédio do governo e foi invertido como simbologia no que chamaram de recuperação da identidade. Bom, não vamos detalhar muito, mas nosso amigo Juan nos deu uma aula sobre Bolívia nessa viagem.



Nessa de passear, encontramos um grupo fazendo uma apresentação para uma TV local. Claro que no final da apresentação, com a ajuda do esposo da sobrinha do Juan, conseguimos tirar uma foto. Turista é assim, tira foto de tudo!


Porque comemos tanto quando estamos de férias?  Teve um dia que estávamos pensando em fazer somente um lanche, entramos em um restaurante com pensamento de comer umas saltenhas..... olha no que terminou....







quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Um Maravilhoso Jantar!

Voltando ao relatos de nossa aventura pela Bolívia!
A sobrinha de nosso amigo Juan nos convidou para um jantar em sua casa. A recepção não poderia ser melhor. Antes do jantar um drink para abrir o apetite. Ela disse:
 - Que tal conhecer nosso famoso Singani? 
Abriu uma garrafa de uma safra premiada, que honra!
 Claro que adoramos e compramos uma garrafa para levar ao Brasil.


Na verdade o bar foi aberto para nós, entre muitas bebidas os tradicionais whisky e licores. Sorte que não somos de beber muito... risos


A sobrinha do Juan resolve nos surpreender. Nada de comida boliviana, nos foi servido pratos típicos do México. Uma curiosidade do Jantar. O boliviano tem uma queda por pimenta. Nós que estamos acostumados com os restaurantes mexicanos do Rio, achamos que poderíamos com a pimenta. O primeiro frescor veio de uma maneira radical. Tinha um recipiente com chocolate. Já dá para imaginar? Colocamos um punhado generoso em nossos tacos. Fomos avisados que era uma comida apimentada, mas o costume de colocar uma porção generosa de chocolate estava na memória...  
Chocolate com pimenta nos faz recordar logo uma novela da globo onde um dos personagens principais chamava-se ANA.
Bom, tasca Singani pra dentro... risos.


Alexandre que acha que come pimenta resolve brincar com o esposo da sobrinha do Juan para ver quem comeria mais pimenta. Louco! Tá na cara que pararia no hospital, Paula rapidamente trouxe para realidade e acabou com a “ideia de jerico”. 
Eles comem pimenta sem dar um suspiro.
No final demos muitas risadas e curtimos muito o jantar que estava maravilhoso.
Viu, ainda tivemos o prazer de dar um passeio gastronômico na cozinha mexicana.


Já que estamos falando de comida, tivemos também a oportunidade de sair com um primo do Juan, o simpático Gonçalo. Nos levou para passear na cidade e paramos em um café bem legal. Olha o nome – Alexander Coffee.
Uma boa bebida e um petisco maravilhoso só é melhor, com boa companhia e um bom papo.



Em muitos momentos comemos as famosas Saltenhas. Um fato curioso foi quando fomos servidos na casa de nossos anfitriões. Esse pastel boliviano, além do recheio tradicional – carne, frango, porco, vegetariano – tem um molho bem líquido. Ao morder vai esse molho para todos os lados. É como comer uma manga bem madura, o caldo escorre pelos seus braços. Para nossa surpresa os anfitriões conseguiam comer as saltenhas sem fazer grandes lambanças. Também demos boas risadas com isso e ficávamos tentando deixar escorrer o menos possível. Apesar de que o legal é deliciar a saltenha sem essa preocupação.


                      

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Próxima Aventura ????????

   Mais uma pausa nos registros de nossa última viagem.

   Já estamos com o mês de férias definido para esse ano.

   Para onde vamos?

    Algum palpite?