sábado, 19 de setembro de 2015

Voltando para Bolívia

Nossa volta de Machupicchu foi tranqüila. Pegamos o trem até Ollantaytambo e depois nos aguardava o translado para Cusco. É claro que sempre fica o medão de chegar e não ter ninguém te aguardando. Bom, felizmente não temos essa história para contar. Para nossa surpresa, nosso retorno foi em um carro particular, simples, mas confortável. O motorista foi logo nos oferecendo as famosas folhas de coca.

Chegamos a Cusco somente para pegar nossas bagagens no hotel em que estávamos e partir para a rodoviária. A atendente do hotel resolveu nos cobrar pela guarda bagagem, fato que já tinha sido negociado anteriormente com o Gerente e seria um diferencial por termos ficado lá duas diárias. Como ele não estava por lá tivemos um pequeno stress, nada que não faça parte da aventura. 
Ainda tivemos tempo de dar mais umas voltas pela bela Praça de Cusco e assistir a uma dança típica local.

Nosso último destino no Peru foi Puno. O retorno foi a noite e bem tranqüilo, apesar de ter levado uma noite inteira.

Em Puno não pernoitamos, chegando bem no início do dia,  tomamos um café e partimos para Isla de Uros que fica no lago Titicaca.
Como era muito cedo, ainda deu tempo para dar uma volta de taxi.
Pagamos 6 soles para um pequeno Tour.
A visita a Isla de Uros não foi lá tão emocionante, o dia estava chuvoso, tudo muito corrido e comercial.
Pagamos 20 soles cada pelo passeio até a ilha.
A busca por conseguir algum dinheiro do turista chega a ser triste. Vale a visita, é diferente e ficamos pensando como seria viver naquelas condições.
Tem a opção de pernoitar por lá. Claro que sem muito conforto.

O guia nos contou como são montadas as ilhas flutuantes.
Eles utilizam a Totora para tudo lá. Até para comer. Claro que provamos.... Não tem gosto de nada.
Na volta o cansaço já batia...

Mais algumas fotos do passeio.



Retornando, comemos algo e partimos para Copacabana. A travessia Peru – Bolívia foi tranqüila. O curioso é que ficam várias pessoas tentando ajudar o viajante a preencher a papeleta da imigração. É simples, mas vimos vários gringos aceitando a ajuda e pagando bem por isso.
E a casa de câmbio na calçada continua nos intrigando.
Pagamos 32 soles em um prato de truta para duas pessoas.

Despedimos-nos do Peru e voltamos para Bolívia rumo a Copacabana.

Para nosso prazer, um grupo de agricultores fazia seu ritual de agradecimento e pedido de boa colheita para o próximo período. Isso é muito legal. Tinha uns caras que passavam com umas folhagens batendo na perna das pessoas. Nos turistas era de leve, agora entre eles, era quase uma batalha. 


Vamos para Copa!!!!!!!!!!!

domingo, 31 de maio de 2015

Voltando para Cusco e de lá para La Paz.

Você sempre tem a sensação que poderia ficar mais nesse lugar maravilhoso.
Aguardem a próxima postagem!

Machu Picchu pueblo



Retornamos para Águas Calientes e nossos amigos resolveram ir para o Hotel descansar. Maria estava muito gripada e ainda tínhamos muita aventura pela frente. Boa decisão!
                                                                       Foto da intenet
Fomos dar um giro pelo vale e depois de alguma caminhada ladeira acima, encontramos a justificativa para o nome do local.  - Águas Calientes
                                                                                   Foto da internet
Uma placa registrava....BAÑOS TERMALES!


Foto da Internet

Chovia e fazia um pouco de frio, mas não seria ruim entrar em uma piscina de águas quentes. Só que não tínhamos levado roupa de banho. Com nossas caras de desapontamento, fomos abordados por uma senhora que nos ofereceu a roupa de banho e a toalha por 3 bolivianos cada. No início ficamos um pouco receosos, mas a vontade de curtir essa aventura foi tanta que aceitamos. Pagamos mais 10 bolivianos para entrar e lá estávamos nós indo para o banho termal.


                                                  Fotos da internet
O caminho até lá é bem bacana, você segue por um caminho no meio da mata com tudo que a natureza tem de melhor a nos oferecer.




                                                     Fotos da internet
Chegando lá nos surpreendemos com a organização, você chega a um balcão, aluga um armário para suas coisas ou deixa em prateleiras próximas da piscina. Nós optamos pelo armário é claro. Fomos para o banheiro colocar a roupa de banho e depois é só partir correndo para as piscinas. Vocês vão entender porque sair correndo para as piscinas.


Curtimos muito esse lugar, até porque estava
um friozinho que não nos deixava sair. Tinha um bar e você podia pedir a bebida de dentro da piscina. Quer vida melhor?
                                                                  Foto da internet

Não tiramos muitas fotos, até porque o local estava lotado e a máquina ficou no armário. Vamos voltar a explicação do " sair correndo para a piscina". Quando você aluga uma roupa de banho no fim do mundo, não vai encontrar nada muito moderno. Já dá para imaginar o desfile de roupas de banho que presenciamos. As primeiras risadas foram com o maiô que a Ana usou, depois foi só ficar observando as outras pessoas chegando para não parar mais de rir. Fazia frio também!

Voltamos e fomos encontrar nossos amigos que já estavam descansados e famintos. Tomamos um banho e saímos para jantar. Como já tínhamos rodado pelo local, já tínhamos algumas indicações. Paramos em um restaurante bem legal e iniciamos os trabalhos com o tradicional Pisco Sour. Eita bebidinha boa! Em boa parte dos bares eles colocam jogos para distração da galera. Ficamos brincando e nem reclamamos da demora na comida. Boa estratégia!


Agora é voltar para o hotel que ficava ao lado da estação de trem e descansar porque temos mais aventuras por aí.
                                                                                 Foto da internet

domingo, 24 de maio de 2015

Águas Calientes - Banho Termal

Aguardem a próxima postagem....

Foto da Internet

Montanha – Machupicchu

Terminando a visita a Ollantaytambo, nos despedimos do grupo que continuaria o passeio e fomos para a estação de trem rumo a Águas Calientes.

O trem é bem legal e a viagem bem agradável. Ainda tem um serviço de bordo que tornou a viagem ainda mais glamourosa. O trem vai serpenteando pelo vale ao lado de um rio. Chovia um pouco e ficamos com uma visão ruim para fotos. Está tudo em nossas memórias...


Chegando a Águas Calientes, fomos à busca do representante do hotel onde ficaríamos. Várias pessoas estavam com suas placas com os nomes de seus hospedes. Avistamos uma Placa com a seguinte escrita.
- Juan Fran.
O nome de nosso amigo que nos acompanhava na viagem é Juan Francisco. Pronto, encontramos! Apresentamos-nos e falamos ...- Você está aguardando 4 brasileiros. A resposta foi sim! Seguimos o cara até o local onde ficaríamos. Andamos bastante ladeira acima e chegando lá percebemos que poderia não ser aquele hotel. O nome do hotel não era o mesmo que tínhamos na mente e parecia ser muito úmido pelo fato de estar no meio do vale. Como já estávamos muito cansados, resolvemos que não tínhamos o que fazer, além de lamentar. Iniciamos as rotinas de check-in quando entram quatro coreanas. Uma delas estava muito aborrecida porque lhe foi dito que alguém estaria aguardando ela na estação.

Confessamos que no momento não deu para rir, era bem tarde e descobrimos que não tínhamos onde ficar. Rodamos pela cidade fazendo uma pesquisa para tentar descobrir em que hotel ficaríamos. Depois de vasculhar todas as anotações, encontramos o nome do hotel e a busca terminou. Chegando lá o dono do hotel, que fica bem próximo da estação, mostrou as placas com nossos nomes. - Fiquei na estação até que todos desembarcaram.
 Passado o susto, demos boas risadas com o ocorrido e é claro que nosso amigo passou a ser conhecido como Juan Fran! Risos....
Juan Fran ainda esqueceu seu passaporte no outro hotel e teve que voltar, ladeira acima, para pegar. Muito chateado é claro!


Nesse dia só deu para tomar um banho, sair para comer algo, voltar para o hotel e dormir sonhando com pedras sobrepostas em uma harmonia quase que sobrenatural. Foi um dia inteiro visitando sítios arqueológicos.

No dia seguinte, tomamos um café da manhã bem simples no hotel, mas ao lado do rio e com um visual bem legal. O simples se torna especial quando temos o melhor momento. Falando em simples, por lá acreditamos que não se encontre hospedagens 5 estrelas.


O passo seguinte seria subir para a montanha Machupicchu. Já tinha uma fila interminável para pegar o micro ônibus. Nós já tínhamos os tickets da subida, entrada para MachuPicchu e fomos direto para a fila. Não demorou muito, tinham vários ônibus e eles seguiam logo que lotavam.


O ônibus sobe também serpenteando a montanha e em alguns momentos só passa um veículo, tendo que ser feito algumas manobras para dar passagens para os veículos que descem.


Para quem está com disposição, vale ir caminhando para a montanha ou, o que a maioria faz, subir de ônibus e voltar caminhando. O melhor mesmo é ir de Cusco até MachuPicchu caminhando. Isso é feito pela famosa trilha Inca, papo de três a quatro dias de caminhada com pernoite em acampamento.

Chegamos ao topo da montanha com uma neblina espessa. Fica logo o susto, será que não vai abrir? Diferente das outras visitas que fizemos, essa não tinha o corre-corre tradicional. O guia fez os devidos comentários e depois ficamos livres para voltar a Águas Calientes no nosso tempo. Isso foi bom porque podemos simplesmente sentar em algum lugar e ficar imaginando como era a vida aquela época. Nas outras visitas, não tivemos o tempo necessário para sentar em uma pedra e ficar simplesmente sem fazer nada, só observando.



 
MachuPicchu foi descoberto só em 1911 e está muito bem conservada, diferente dos outros locais que visitamos em que só vemos a base das construções, tendo que usar muita criatividade para imaginar como seria o local com sua grandiosidade.



 
Ainda fizemos uma caminhada até a Porta do Sol. É por lá que chegam os caminhantes da trilha Inca. Uma caminhada tranqüila, só que sempre em ascendência. Ver os vales e as montanhas de lá é um privilégio.  







 


Outra caminhada bem legal é até a ponte Inca, dizem que foi por lá que ocorreu o abandono da cidade. Hoje não é possível atravessar, o que é bom, até porque o risco é total e tem maluco para tudo. A trilha não é para quem tem medo de altura.


                                    Foto da internet
                                 Foto da internet

                                                                         Foto da internet
Na volta outra fila ainda maior para descer a montanha. Isso não é problema para quem está de férias. Ficamos tranqüilos, conversando até que, quando vimos, já estava na nossa vez de entrar no ônibus. Nesse momento todos sacam seus ticket e o Alexandre não acha o dele. Todos já dentro do ônibus e ele fora procurando o papel. A responsável da fila já estava colocando outra pessoa no lugar, quando a Ana grita pela janela do ônibus. - Está comigo! Ufa! Dica, ou fica tudo com um ou cada um fica com o seu. Nesse Duplo A sempre arrumamos confusão por conta disso. Depois de uns minutos de DR, estávamos dando muitas risadas pelo ocorrido e criando situações caso o ônibus saísse sem ele.









Um lugar mágico!
Um lugar para sonhar!
Agora temos que ver MachuPicchu do topo de Huayna Picchu!

Foto da internet